Balé Folclórico da Bahia no MoviRio 2025: 37 anos de história em cena na Praça Tiradentes
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Balé Folclórico da Bahia no MoviRio 2025: 37 anos de história em cena na Praça Tiradentes

1 de setembro de 2025·MoviRio Festival
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Com 37 anos de existência e turnês em mais de 30 países, o Balé Folclórico da Bahia foi a grande atração da 8ª edição do MoviRio Festival, em 2025. A companhia iniciou sua turnê nacional diretamente no palco da Praça Tiradentes, num encontro que celebrou a riqueza das matrizes africanas na cultura brasileira. Um acontecimento que a imprensa nacional não perdeu.

Uma companhia, uma história, um continente

Quando o Balé Folclórico da Bahia sobe ao palco, não é apenas uma companhia de dança que se apresenta — é a síntese viva de mais de três séculos de resistência cultural afro-brasileira. Fundado há 37 anos, o grupo já percorreu mais de 30 países, levando para o mundo as danças dos orixás, o candomblé, o maracatu, o maculelê, a capoeira e tantas outras expressões que formam a espinha dorsal da identidade cultural brasileira.

Ter o Balé Folclórico da Bahia no MoviRio Festival de 2025 foi mais do que escalar uma atração de prestígio — foi afirmar que o festival ocupa um lugar central no circuito cultural do país.

O Rio como ponto de partida da turnê nacional

A relevância da parceria com o MoviRio ganhou uma dimensão extra quando se soube que o Rio de Janeiro — especificamente o palco da Praça Tiradentes — foi escolhido como ponto de partida da turnê nacional da companhia em 2025. O Balé Folclórico da Bahia não chegou ao MoviRio de passagem: escolheu o festival como berço para lançar sua jornada pelo Brasil.

Essa escolha foi amplamente coberta pela imprensa nacional. A var(--color-asfalto)]">EBC/Agência Brasil publicou matéria sobre a estreia da turnê, disponível em [agenciabrasil.ebc.com.br. A Agenda de Dança destacou a companhia como grande atração do festival, e a Sopa Cultural trouxe uma cobertura detalhada do contexto e significado do evento.

A noite na Praça Tiradentes

Apresentar o Balé Folclórico da Bahia no Palco Rio, na Praça Tiradentes, ao ar livre e de graça para o público carioca, foi um dos momentos mais marcantes da história do MoviRio. A praça que viu nascer o festival em 2018 recebeu, sete anos depois, uma das companhias mais importantes do Brasil — e a emoção do público foi proporcional à grandiosidade do encontro.

Os tambores dos orixás ecoando no Centro Histórico do Rio de Janeiro, entre os prédios centenários e sob as estrelas — há poucos espetáculos que fazem o Brasil inteiro caber numa só imagem.

A cobertura que o evento merecia

A 8ª edição do MoviRio, com o Balé Folclórico da Bahia como grande atração, gerou uma cobertura midiática sem precedentes na história do festival: 86 matérias publicadas, com valoração total de R$ 3.145.671. Um crescimento de 266% em relação à valoração de 2022, quando o festival havia registrado R$ 858.115 em 61 matérias.

Entre os destaques da cobertura: o RJTV 1ª Edição, da Rede Globo, dedicou 34 segundos ao festival — uma mídia espontânea avaliada em R$ 317.050,17. A revista Caras SP gerou aproximadamente R$ 336.000 em valoração. A Click on Dance registrou cerca de R$ 210.000, e o O Globo superou R$ 280.000.

A matéria da Click on Dance é especialmente significativa: em seu título, o portal especializado consolida o que o festival havia construído ao longo de oito anos — a tese de que o Centro do Rio é o epicentro da dança brasileira.

Celebridades na plateia

A atração do Balé Folclórico da Bahia e a qualidade geral da programação de 2025 atraíram nomes da cultura brasileira que foram ao festival de forma espontânea: Glória Pires, Lázaro Ramos, Marieta Severo, Matheus Nachtergaele, Carlinhos de Jesus, Ângela Vieira, Dona Dea Lúcia e Clara Buarque estiveram entre os frequentadores da 8ª edição — um termômetro poderoso da relevância cultural que o MoviRio havia conquistado.

37 anos de história encontrando 8 de festival

O encontro entre o Balé Folclórico da Bahia e o MoviRio foi, em síntese, o encontro de duas histórias de resistência e celebração cultural. Uma companhia que sobreviveu a décadas de desafios para levar a cultura afro-brasileira ao mundo. Um festival que, em oito anos, construiu uma plataforma digna de recebê-la.

A Praça Tiradentes, naquela noite de agosto de 2025, foi o centro do universo da dança brasileira.

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